sábado, 29 de dezembro de 2012
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Modulo
IV - Prática Pedagógica e Mídias
Digitais.
Leitura, reflexão discussão sobre
mídias-educacionais.
Ao realizar uma leitura,
sobre mídia na educação, observei que o uso das novas tecnologias, vem sendo
utilizado com mais frequência, como meio de comunicação para divulgação da
cultura, e experiências vividas no dia a dia da escola. Levando em conta que é
o meio mais rápido de se obter informação, do que o livro, jornal, ou revista. E
o que mim deixa desanimada é o fato de que, com tanto avanço tecnológico, e
ainda exista escola desconectada do mundo virtual, mesmo sabendo que as escolas
hoje têm a seu favor ferramentas disponíveis a serem utilizadas na sua prática
pedagógica.
Nesta perspicácia a escola deve fazer uma
reflexão sobre o papel da escola referente ao uso correto da mídia. Dando
oportunidade de manuseio das tecnologias e sua aplicabilidade de imagem, texto,
sons, leitura, interação e socialização e o que está incutido nas mensagens do
currículo pedagógico da escola de modo que eles possam aprender e ensinar. Diante
desta concepção, vale ressaltar que, o uso das tecnologias como ferramenta no
processo pedagógico, não desmerece o papel dos textos, da escrita, ou seja, não
desfaz o conteúdo que esta estar inserido no currículo escolar da escola. No entanto
acredito que só ira acrescenta na formação de conhecimento tanto dos alunos
quanto dos professores.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
3.6 - Conceitos
de Currículo e o Processo de Interação de Tecnologia
Currículo, de acordo com o
dicionário Aurélio, currículo são as disciplinas de um curso escolar,
englobando as metodologias e estratégias que deverão ser utilizadas. Mediante a
esse conceito, pode-se dizer que currículo é um conjunto de conhecimentos e
praticas a serem desenvolvidas. O currículo educacional é aquele requisitado
pelas escolas, ou seja, é proposto pelo trabalho pedagógico da escola.
Compreende-se que Atualmente o currículo é uma construção social, na acepção de
estar inteiramente vinculado à sociedade e o conhecimento. Nesta perspicácia
educação e currículo são vistos envolvidos com o processo cultural, na
construção de identidade.
São muitas as contribuições
das tecnologias para o processo de ensino-aprendizagem, Segundo os PCN, os
currículos escolares promovem uma definição das disciplinas e distribuição dos
conteúdos entre os componentes curriculares propostos. Diante desta concepção o
Currículo reflete todas as experiências em termo de conhecimentos que serão
proporcionados aos alunos. No entanto a escola, não é apenas um espaço social,
mas também um cenário de socialização, e obtenção de conhecimentos, sendo um
ambiente social, seu currículo tem duplo sentido o formal ou explicito, o
informal ou oculto. O formal representa a materialização da proposta pedagógica
institucional e a informal ou oculto serve para reforçar as regras que envolvem
a natureza e o uso do conflito. A prática do currículo deve ser acentuada na
vida dos alunos de modo que esteja associada às mensagens de natureza afetiva e
às atitudes e valores.
Observa-se que as
tecnologias vieram para dar suporte ao currículo, e o seu uso como ferramenta
complementar no processo dos projetos pedagógicos, com uso das tecnologias de
informação e comunicação como coadjuvantes na formação. Porem em outras
palavras, currículo é a experiência, conhecimento e saberes que se constrói durante
o processo de ensino aprendizagem e que se acredita ser relevante para a
sociedade. Nesse processo de ensino-aprendizagem fazendo uso das TICS, e de
responsabilidade do professor porque lhe cabe fazer o elo entre elas,
adaptando-as ao currículo conforme sua visão de necessidade, frisando a
importância do desenvolvimento, e da capacidade de pensar, aprender e interagir
com o meio em que vive.
Portanto, neste enfoque, tem
que haver um planejamento de projeto eficaz e fundamentado nas bases
curriculares, com a utilização da tecnologia e mídias educacionais, de forma
que possam interagir positivamente no processo de ensino-aprendizagem, pois
desenvolver projetos no âmbito do currículo escolar requer atualização do
professor com o conhecimento e com as tecnologias a ser inseridas em sua
metodologia de ensino.
3.3 – Contextualizando a mudança: da teoria à
pratica.
Relato do projeto:
“Trabalhando com o Lúdico”.
Sim, houve uma grande
necessidade de mudança, pois há muita carência de material de apoio,
principalmente o material necessário para trabalhar o lúdico. Para essas dificuldades, tivemos que renovar
alguns pontos importantes, e buscar soluções através da mídia, e encontrar algumas
ideias e dicas na internet. Mediante as dificuldades de trabalhar, sem o
material adequado tivemos que improvisar, preparando nosso próprio material.
Após preparação de todo o material que necessitávamos para a realização do
projeto, o próximo passo foi colocar em ação, e depois de um período de duas ou
três semanas, notamos que o comportamento deles superou as nossas perspectivas.
Dependendo do ponto de vista brincar pode ser
uma questão de habito ou uma necessidade. E sempre que foi possível procuramos
trabalhar com os alunos de forma que seria o melhor para eles, sem exigir demais.
De acordo com Vygotsky (1984, p. 97).
Atribui relevante papel ao ato de
brincar na constituição do pensamento infantil. É brincando, jogando, que a
criança revela seu estado cognitivo, visual, auditivo, tátil, motor, seu modo
de aprender e entrar em uma relação cognitiva com o mundo de eventos, pessoas,
coisas e símbolos.
Apesar das dificuldades e da falta de espaço
necessário, para fazer essa brincadeira gostosa que é brincar, acredito que
dentro do possível, o objetivo pedagógico foi alcançado. O projeto teve o
objetivo de analisar, contextualizar e identificar as principais dificuldades
das crianças e professores de uma creche, sem violar a capacidade de
desenvolvimento e interação dos alunos. E incentivar a aprendizagem independentemente
da falta de qual quer material didático. Pois aprendemos que se há vontade de
ensinar, logo os obstáculos são pequenos diante da necessidade e da força de
vontade de se reinventar. Compreende-se que trabalhar o lúdico, tendo como
aliado às tecnologias, depois de todo esse processo, os aluno estavam mais
familiarizado com as palavras, objetos de forma espontânea.
Vale resaltar que as atividades eram
realizadas com uma grande brincadeira, que só veio enriquecer os nossos conhecimentos
teóricos e práticos, e assim acrescentar novas ideias para trabalhar no ano de
2013.
3.3 – Contextualizando a mudança: da teoria à
pratica.
Relato do projeto:
“Trabalhando com o Lúdico”.
Sim, houve uma grande
necessidade de mudança, pois há muita carência de material de apoio,
principalmente o material necessário para trabalhar o lúdico. Para essas dificuldades, tivemos que renovar
alguns pontos importantes, e buscar soluções através da mídia, e encontrar algumas
ideias e dicas na internet. Mediante as dificuldades de trabalhar, sem o
material adequado tivemos que improvisar, preparando nosso próprio material.
Após preparação de todo o material que necessitávamos para a realização do
projeto, o próximo passo foi colocar em ação, e depois de um período de duas ou
três semanas, notamos que o comportamento deles superou as nossas perspectivas.
Dependendo do ponto de vista brincar pode ser
uma questão de habito ou uma necessidade. E sempre que foi possível procuramos
trabalhar com os alunos de forma que seria o melhor para eles, sem exigir demais.
De acordo com Vygotsky (1984, p. 97).
Atribui relevante papel ao ato de
brincar na constituição do pensamento infantil. É brincando, jogando, que a
criança revela seu estado cognitivo, visual, auditivo, tátil, motor, seu modo
de aprender e entrar em uma relação cognitiva com o mundo de eventos, pessoas,
coisas e símbolos.
Apesar das dificuldades e da falta de espaço
necessário, para fazer essa brincadeira gostosa que é brincar, acredito que
dentro do possível, o objetivo pedagógico foi alcançado. O projeto teve o
objetivo de analisar, contextualizar e identificar as principais dificuldades
das crianças e professores de uma creche, sem violar a capacidade de
desenvolvimento e interação dos alunos. E incentivar a aprendizagem independentemente
da falta de qual quer material didático. Pois aprendemos que se há vontade de
ensinar, logo os obstáculos são pequenos diante da necessidade e da força de
vontade de se reinventar. Compreende-se que trabalhar o lúdico, tendo como
aliado às tecnologias, depois de todo esse processo, os aluno estavam mais
familiarizado com as palavras, objetos de forma espontânea.
Vale resaltar que as atividades eram
realizadas com uma grande brincadeira, que só veio enriquecer os nossos conhecimentos
teóricos e práticos, e assim acrescentar novas ideias para trabalhar no ano de
2013.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Edinelza_pereira_ativ2.modulo
II
Conceituando Hipertexto
Embasado na
pesquisa feita na internet e no manual do cursista podemos dizer que hipertexto
é o termo que remete a um texto em formatodigital, ao
qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos,
palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas
denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. Observa se que
aluno, tal como o leitor do hipertexto, torna-se mais ativamente participante em
relação ao processo de aquisição de conhecimentos, pelo fato de lhe ser
facultado elaborarem livremente, sob a sua própria responsabilidade, trajetos
de seu interesse, acessando, sequenciando, derivando significados novos e
acrescentando comentários pessoais às informações que lhe possam ser
apresentadas.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Navegação à
deriva.
Compreendesse que, após uma boa navegação no portal do professor,
podemos dizer que este portal foi criado com intuito de deixar os educadores em
condições de saber o que se tem de melhor, como um espaço para troca de
experiências entre professores.
Navegar
à deriva Trouxeram-me muitos
conhecimentos. Pois navegar sem saber aonde vai dar é muito bom, e à medida que
vai surgindo novos conteúdos, a navegação vai ficando interessante, e a
tendência é você querer mais e quando se der conta das descobertas realizadas,
trazemo-las para o nosso dia-a-dia.
Edinelza Pereira
Experiência didática
no uso de recursos tecnológicos na pratica pedagógica.
Segundo Almeida e Prado (2005),
no que se refere o uso da tecnologia na escola, quando pautada em princípios
que privilegia a construção do conhecimento, o aprendizado significativo e
interdisciplinar e humanista, requer dos profissionais novas competências e
atitudes para desenvolver uma pedagogia voltada para a criação de estratégias e
situações de aprendizagem que possam torna-se significativa para o aprendiz,
sem perder de vista o foco da intencionalidade educacional.
Vale ressaltar que é fundamental
que o uso da tecnologia seja compreendido para que possa ser utilizada de
maneira responsável, tanto na pratica pedagógica do professor como no
desenvolvimento do currículo, pois a tecnologia não deve ser apenas um apêndice
do projeto educacional, ou seja, o Professor não tem apenas que conhecer e
aprender a operacionalizar os recursos tecnológicos disponíveis e sim também
conhecer suas potencialidades pedagógicas envolvidas nas diferentes
tecnologias.
Edinelza_pereira_ativ3
Tecnologias
existentes na escola
Quando o assunto é tecnologia,
logo pensamos em computador, internet e etc. Tecnologia é tudo aquilo que
sofreu modificações para facilitar o nosso dia-a-dia, dessa maneira a escola em
que eu trabalho, não é diferente das outras, a tecnologia na minha escola estar
presente no lápis, na cadeira, na mesa, no ar condicionado, na televisão, no
notebook, DVD, cx. Amplificada, no material didático, e os recursos para
trabalhar o lúdico na sala de aula. Os
profissionais da educação vivem hoje uma grande preocupação com a preparação, e
a necessidade de se preparar para a presença marcante da tecnologia em nossas
vidas, tanto profissional ou pessoal.
EDUCAÇÃO E
TECNOLOGIA
Baseado no Pressuposto da
Educação e da Tecnologia, a sociedade hoje se encontra em constantes mudanças,
essas transformações em que o conhecimento e toda tecnologia de hoje pode
tornar imprescindível na vida do ser humano, pelo fato da mesma estar presente
no seu cotidiano tanto na vida pessoal como profissional. Observa-se que em
alguns casos a internet na escola pode ocasionar um distanciamento do que
realmente o professor precisa aprender. No entanto cabe ao professor, decidir o
que serve e o que deve ser trabalhado na sala de aula e se ele tem ou não
capacidade de fazer seus próprios trabalhos.
Quem sou como
professor e aprendiz.
Sou Edinelza, sou graduanda em
Pedagogia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), E Graduanda do curso de
Bacharelado em Filosofia pela Faculdade Teológica de Educação Brasileira
(FATEBRAS), atualmente trabalho como professora de apoio na Creche Municipal
Professora Maria Oscarina Rodrigues, eu já tenho um curso básico de
informática, porém sempre quis aprender mais. Com base do que faço e como faço,
procuro estar sempre inovando para que minhas aulas sejam prazerosas e não
cansativas. Entretanto ser professor e aprendiz é proporcionar troca de
experiência demonstrando atitudes e interesses, respeito no âmbito escolar e
familiar, reconhecer que também somos capazes de ser um facilitador ou receptor
de novos conhecimentos.
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